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Princípios de experiência

São cinco princípios, derivados do público (profissionais de saúde, no celular, entre atendimentos) e do custo do erro (uma órtese fabricada errada). Use-os como critério de desempate em discussões de design.

1. O papel manda

A plantigrafia em A4 é a verdade. Tudo o que o profissional desenha precisa ter correspondência física em escala real, e a interface nunca deve “enfeitar” a geometria.

2. Um passo de cada vez

Plantigrafia → produto → peças → cobertura. O estúdio libera os passos em ordem e mostra o progresso. Menos decisões simultâneas, menos erro.

3. Nunca perder trabalho

Salvamento automático, rascunhos por paciente e retomada exatamente de onde parou. O profissional é interrompido o tempo todo.

4. Preço sem surpresa

O custo de cada item, por pé, aparece antes da sacola (parcial). Taxas e envio são explícitos.

5. Linguagem de consultório

Termos que o profissional usa (plantigrafia, hemicúpula, cunha, lado direito/esquerdo), nunca jargão de software. Rótulos em texto, não só em ícone.

Princípio Heurísticas reforçadas
O papel manda H2 Correspondência com o mundo real
Um passo de cada vez H1 Visibilidade do status, H5 Prevenção de erros
Nunca perder trabalho H3 Controle e liberdade, H9 Recuperação de erros
Preço sem surpresa H1 Visibilidade do status, H4 Consistência
Linguagem de consultório H2 Correspondência, H6 Reconhecimento em vez de memorização

A avaliação da interface atual contra essas heurísticas está em Avaliação heurística.

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